segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Giro
Ontem foi um dia para esquecer...
Tudo esteve errado desde que acordei...
Por volta das 20h, toca o telemóvel. Era uma amiga, acompanhada de outra amiga que eu não conhecia, a perguntar se poderiam ficar a dormir na minha casa, pois estavam a caminho do Algarve. Era tudo o que não me apetecia... Meio sem ter como dizer que não, disse que sim, claro que poderiam cá ficar em casa.
Se eu já não estava bem, pior fiquei, a pensar que teria que levar a noite a fazer género. A rir quando não me apetecia, a falar quando não tinha vontade, ...
Por volta das 23.30h voltou a telefonar a dizer que já tinham chegado.
Como é possível que o meu humor tivesse mudado 180 graus? Como sempre, sem conhecer de lado nenhum a amiga dela, em três tempos já eu estava íntimo.
Quanto à outra, já fui íntimo e continuo a ser, embora hoje de forma diferente. Giro quando temos um relacionamento com alguém e, ao invés de "cortar" num determinado momento, deixamos as coisas em standby e deixamos que terminem por si. Nunca ficam depois as más recordações resultantes desse terminar forçado por uma das partes.
É giro recordarmos depois os dois esses tempos, as maluqueiras que se fizeram, as declarações que se faziam, os beijos, as consequências (desastrosas)... Giro... Fica sempre um carinho especial.
Hoje, no fim da manhã, foram embora por aí, sem saberem ainda para onde: Viver as férias! Ainda bem que vieram e eu não inventei qualquer desculpa para não as poder receber...

Beijos e Abraços

2 comentários:

be disse...

sendo assim,o dia que era para esquecer,será afinal para recordares,uma vez que com a tua atitude invertes-te por completo toda a situação.
ainda bem que mudaaaaste!porque recordar é viver!!!
beijos

Andarilho disse...

p/ Bé: Pois é. Cada vez mais acho que não devemos dizer que logo que não sem dar oportunidade para uma possível inversão da situação.
Bj.