domingo, 17 de maio de 2009

É a segunda vez, num espaço de tempo muito curto, que tenho esta sensação de desencontro.

Desencontro, porque o contexto é adverso. Fica no ar a ideia que noutra altura, noutra situação, não teria havido desencontro. Às vezes é só impressão e se calhar o encontro nunca ocorreria, mas pensa-se nisso…

:)

BEIJOS E ABRAÇOS

12 comentários:

JS disse...

E nunca terás a certeza.

Mona Lisa disse...

Como eu te percebo...Aconteceu-me há algumas semanas e ainda estou com essa sensação esquisita a pensar nos se´s e no que poderia ter sido...Sei que não adianta muito, mas enfim...ficamos sempre a pensar. Boa semana, beijo

bé disse...

Os desencontros por vezes teêm razões muito fortes,para não serem encontros...
As sensaçôes essas são bastante diferentes...
Prefiro sempre a sensação de um encontro :)
Beijos

Ana GG disse...

Deixa andar, não penses muito!

Beijo

Anónimo disse...

Se eu fosse o Henrique Mendes dir-te-ia que a vida é feita de encontros e desencontros. Mas não sou.
Sei do que falas, também o senti ontem. As relações são isso mesmo: a soma das pessoas com as circuntâncias. Mas a vida é dinâmica e as circuntâncias estão sempre a alterar-se, não é?
A nossa relação sempre primou por uma certa isostasia. E apesar do geólogo seres tu, sei o quanto és calão e preguiçoso, portanto aqui vai a explicação:
"A isostasia pode ser encarada como o simples reequilibrio no deslocamento do volume de um fluido (neste caso a astenosfer)pela flutuação de um sólido (neste caso a (litosfera) num processo em tudo semelhante ao observado por (Arquimedes).Quanto mais pesada a camada litosférica, maior volume de material astenosférico deve ser deslocado para que o equilíbrio se mantenha. Uma imagem sugestiva deste processo é o (iceberg): quanto maior altura tiver acima da água, mais profunda estará a sua base." in Wikipedia
Nós já temos um iceberg semi-médio. ;) Groove is in the heart. Let us take our time. *

A Anónima mais desencontrada

ANDARILHO disse...

P/ JS:

Isso não sei. O tempo o dirá.
:)

ANDARILHO disse...

P/ Mona Lisa:

Não adianta mesmo pensar muito nisso. Boa semana para ti também :)

Beijinho

ANDARILHO disse...

P/ Bé:

Sim, neste caso não foi uma razão mas um conjunto de razões que provocaram a sensação de desencontro.

Claro que todos preferem "os encontros"... :):)

Beijos

ANDARILHO disse...

P/ Ana GG:
Eu??? Eu até acho que deixei andar muito sem pensar para o que é meu costume. lol
Beijos

ANDARILHO disse...

P/: A Anónima mais desencontrada

Concordo com isso tudo, que as relações são a soma das pessoas com as circunstâncias e que as circunstâncias estão sempre a alterar-se. Não acho é que as circunstâncias se tenham alterado desde o início e duvido que a alteração das circunstâncias altere, no futuro, a nossa relação. Mas isso não sei, pode ser que sim.

Em relação ao conceito de isostasia aplicado a nós tenho a avisar-te que calão e preguiçoso é o ********** (isso mesmo que tu dizes, já que eu não pronuncio tais termos, como é sabido). Já agora aproveito para dar a novidade, sei sim o significado de isostasia. Até sei que não se diz astenosfer como tu copiaste, mas astenosfera!!! No entanto, apesar de concordar que a nossa relação sempre foi assente nalguma isostasia, não associava o conceito dessa maneira. Quando eu me aproximava demais, tu afastavas-te e mantínhamos o equilíbrio certo e possível. Quando era eu a afastar-me, tu aproximavas-te e puxavas-me (focavas-me no essencial). A verdade também é que nunca quisemos/pudemos estar nos extremos. O equilíbrio cada vez mais implicava presença física. O pior (ou melhor) é que nós somos os dois muito inconstantes, nem sei qual de nós é mais. :)

Beijos :)

Madame Butterfly disse...

Já me debrucei sobre esta questão algumas vezes e cheguei à conclusão que se calhar a quantidade infindável de desencontros que vamos tendo de ao longo do nosso percurso, serve apenas para nos melhorar e para nos ensinar a dar valor aos encontros. Porque eles também acontecem, embora sejam mais raros.

ANDARILHO disse...

P/ Madame Butterfly:

Engraçado, hoje em dia é isso mesmo que eu penso... Ponho hoje muito menos dificuldades do que punha há uns tempos e sou muito mais de aproveitar os encontros. Os encontros e o resto em geral. Gosto cada vez mais de sentir que estou a viver coisas diferentes.

:)

Beijo