quarta-feira, 30 de março de 2011

Em pleno intervalinho da correcção de testes (faço 1000 intervalinhos em cada turma) resolvi ir ao site das finanças ver se haveria alguma forma de pagar a contribuição autárquica a prestações (sim, eu sei que sou pobre). Tive de abrir a sessão, coloquei o número de contribuinte na área de login e a seguir iria colocar a senha de acesso. Deu-me uma branca. Tinha a certeza que tive de alterar a senha há uns meses e também me lembro de ter alterado para qualquer senha familiar, isto é, igual a uma senha de outra coisa que uso frequentemente. Arrisquei e coloquei a que achava que era. NÃO ERA. Tinha mais 4 hipóteses. Experimentei outra e NÃO ERA, outra e NÃO ERA, outra e NÃO ERA e, por fim, já a tremer por todos os lados experimentei outra e... NÃO ERA!!!!!!!!!! Não entrei em desespero, entrei só mais ou menos, e resolvi clicar no botão que me permitia recuperar a senha perdida. Insiro o número de contribuinte e eles depois comprometiam-se a enviar-me uma nova senha para casa no prazo de cinco dias úteis. Entretanto, por uma questão de segurança, os cabrões resolvem fazer-me uma pergunta:

Qual é o meu destino de férias preferido?
Resposta: Rio de Janeiro
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: Rio
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: RJ
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: Brasil
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: RJaneiro (isto já era a disparatar, na esperança vã de resultar)
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: Salvador (pouco provável, mas podia ser que tivesse chegado de lá na altura e no entusiasmo tivesse referido isso...)
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: Armação de Pêra (terei feito o registo há muitos anos???)
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: Porto de Galinhas (:S, sei lá, estava por tudo)
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: Odeceixe
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: Praia de Odeceixe
A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

Resposta: Praia (a apelar à simplicidade)

E fiz mais um monte de tentativas, com letras maiúsculas, minúsculas, com tudo misturado, com abreviaturas e o diabo a quatro. A resposta, essa não muda:

A resposta que indicou não corresponde àquela que foi introduzida no acto de registo.

6ª feira queria enviar o IRS...

Estou arrumado :(
B. e A.

terça-feira, 22 de março de 2011

Os efeitos da idade

Algumas pessoas que se relacionam comigo pensam que eu tenho alguma má relação com o avanço da idade. Pensam dessa forma porque eu, com frequência, brinco com os efeitos visíveis. Refiro-me a rugas e a cabelos brancos. Tenho muitas rugas e muiiiiiiiiiiiitos cabelos brancos. Mas na verdade não são esses os sinais da idade que me apoquentam. Apesar de aplicar tudo quanto são cremes para a situação não se agravar mais ainda, depois não tenho pena de não ter a pele igual à que tinha há 20 anos. Acho, de facto, que estou bem melhor com as rugas do que quando estava sem elas. Os cabelos brancos também não são assim nada que me tire o sono. Este até é um sinal que nem me aquece nem me arrefece grandemente. Agora há uma coisa que me tira do sério e que se deve ao avanço da idade: o aumento de peso. Isto sim, dá cabo de mim. Não vivo muito (NADA) bem com isto. Num post próprio logo disseco bem este assunto.

B. e A.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Estou com o simulador de IRS aberto numa janela aqui ao lado e não sei se tome um Alprazolan Rathiofarm antes de fazer a simulação. Ando com uns receios por causa da maldita comissão de serviço do ano passado, dos limites máximos nas deduções, do facto de só poder declarar um dependente. Resumindo: do medo de ter que pagar o que quer que seja e não ter como.

B. e A.

terça-feira, 15 de março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

Um dia destes a sorte deixa-me e depois quero ver. Isto porque eu já cheguei ao ponto de contar com ela como se fosse da família.

Há uns dias, nas férias do Carnaval, perdi a chave do carro. Fiquei semi-louco mas nem me importei muito porque achava que estava dentro de casa enfiada num sítio qualquer e que quando precisasse mesmo, a encontraria. Enquanto não havia esta necessidade resolvia-me com o carro da minha namorada, tendo ainda a vantagem de não gastar o meu gasóleo (gastava o dela). Na véspera das aulas recomeçarem é que me apercebi que teria mesmo de encontrá-las para poder ir trabalhar no dia seguinte. Depois de muito procurar passei do estado semi-louco ao louco, pois nem sombra da chave. Rapidamente peguei no telefone, telefonei para o stand de vendas da marca e perguntei quanto custaria uma chave nova pois eu estava só com a suplente e, esta última, não tinha comando. Depois do homem me ter informado de que não sabia bem o preço mas que a chave nunca ficaria em menos de 150 euros voltei a mudar de estado. Desta vez do louco para o ultra-louco de nervos. Para os acalmar, aos nervos, resolvi ir ao shopping da Guia com a minha namorada. Antes resolvi passar pelo carro para ver como funcionava o alarme com as chaves suplentes. Deparei-me com um bilhete escrito por um gajo com um Português do piorio a informar-me que tinha encontrado a minha chave e para que eu telefonasse para o número que estava no papel. Telefonei e tive a sorte do homem se encontrar em Armação de Pêra, que ficava no meu caminho para o shopping. Fui, peguei a chave, agradeci e pensei pela milésima vez: "tenho de ser um nadinha mais responsável com as minhas coisinhas".

Hoje fui ao Mac Donalds almoçar e deitei as chaves do carro fora, dentro do tabuleiro com o resto da comida. Em vez de ir logo para o carro, resolvi ir primeiro ao continente para dar tempo de encher o lixo e eles esvaziarem-no e eu ficar sem chaves outra vez. Na volta, passado uma meia-hora lá fui eu lamuriar-me que tinha perdido a chave, junto de uma funcionária. Fui lá dentro e a fulana teve o topete de me dizer que não tinham encontrado nada e que o lixo já tinha ido fora, para o contentor. Pensei para comigo, com um ar triste e com um leve ar de desconsolo, que devia ter tido mais cuidado... Mas não saí de lá, estive primeiro a passear pelo restaurante a desfilar com o meu ar de cachorro abandonado até que uma outra empregada me perguntou onde eu tinha deitado as chaves. Expliquei, agarrou numas luvas e meteu mãos-à-obra. Depois foi ajudada por outro funcionário que me fez o favor de não só encontrar a chave, como também de a limpar toda antes de me dar para a mão. Vá que eu ficava com as mãos sujas. Não voltava a ir ao Mac Donalds. Assim, voltarei. Não me perderam.

Beijos e Abraços

quarta-feira, 9 de março de 2011

Vinha aqui tão entretido da minha vida escrever um post quando reparei que tenho comentários que nunca mais acabam para responder. Agora já nem me apetece escrever post nenhum, nem responder aos comentários. Fazemos assim, não respondo a nenhum dos comentários que estão sem resposta, faz de conta que ninguém comentou até porque, bem vistas as coisas, quem comentou já nem se lembra que o fez. Entretanto, quem tiver o topete de ter boa memória e quiser, só porque sim, que eu responda, pois que se acuse. Eu, no âmbito do meu bom feitio, vou ver o que posso fazer. (Respondo, portanto).

Beijos e Abraços