domingo, 1 de junho de 2014

"Um abraço é, muitas vezes, muito mais íntimo e poderoso do que um beijo.

Concordam?"


Ontem encontrei isto num post do facebook. Não me apeteceu comentar, mas fiquei a pensar. E acho isso mesmo.

Há pouco mais de um mês, numa ida a Lisboa, encontrei uma amiga e estivemos um bom bocado à conversa. No fim, quando nos despedimos, deu-me um abraço. Fiquei sem jeito e ela notou. E disse-me: é um abraço, não dou a toda a gente mas apetece-me dar-te um abraço e tu estás contraído. Ainda mais sem jeito fiquei. Depois falámos um bocadinho sobre isso e voltou a pedir-me um abraço. E eu dei, mas continuei sem me sentir bem. Tinha namorada na altura e aquilo que não tinha nada de mal soava-me a pouco correto. Como se estivesse a fazer alguma coisa errada ou a trair.

Sempre me considerei um gajo muito físico, mas dentro de quatro paredes. Beijos, festas, abraços, toques, braço por cima do ombro,…, sim, mas só à namorada. Hoje já não é assim.
Ontem voltei a encontrá-la e, mais uma vez, abriu-me os braços para o abraço. E eu dei um abraço apertado.

Aquele foi o primeiro, mas esse fim de semana dei montes de abraços, festas, beijinhos,… É bom saber que gostamos e que gostam de nós.


Triste é quando se tem de arranjar esquemas. ;)
B. e A.

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